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Budapeste


Budapeste



Chico Buarque




Sinopse
Terceiro romance do cantor/compositor brasileiro Chico Buarque. O protagonista é uma espécie de “homem duplicado”. José Costa, escritor, após uma aterragem forçada em Budapeste apaixona-se pela língua húngara, o que o torna Zsose Costa. A partir daí a sua vida divide-se em duas: dois amores, duas cidades, duas línguas, duas culturas. Também o herói do seu romance mais aclamado, Kaspar Kraube, um executivo alemão que viaja para Guanabara aprendera a escrever português no corpo de Teresa (ecos de O Livro de Cabeceira, de Peter Greenaway) e continuou essa aprendizagem noutros corpos. Na Hungria, Zsose Costa, publica um livro de poemas sob pseudónimo.
Quem é quem? O que é de quem? Somos um único, ou vários dentro do mesmo corpo?
Especulações de um romance de referências cruzadas.
Críticas de imprensa
“A leitura de Budapeste pode começar por ser um pouco estranha; é preciso tempo e disponibilidade para encontrar um caminho certo, mergulhar numa poética assumidamente brasileira, mas o resultado é devastador.”
Patrícia Reis, Mil Folhas (Público) 02 de Janeiro de 2005

Budapeste confirma o excelente escritor que já se adivinhava com Estorvo e Benjamim, facto que só pode surpreender quem não tenha nunca lido as letras que Chico Buarque escreve para as suas músicas. Há muitos anos que um amigo me ensinou que Chico é dos maiores poetas de sempre da língua portuguesa, pelo que os romances são apenas uma outra vertente, ainda pouco explorada, do trabalho de um grande escritor.”
Manuel Jorge Marmelo, Mil Folhas (Público), 02 de Janeiro de 2005

“É, na minha opinião, um dos melhores romances que se publicaram no Brasil nos últimos anos (…) É uma reflexão divertida sobre a linguagem e a literatura.”
José Eduardo Agualusa, Mil Folhas (Público), 02 de Janeiro de 2005

” ‘Budapeste’ […] é uma das melhores narrativas publicadas neste princípio de século (a par de ‘O Livro das Ilusões’, de Paul Auster, ‘Cosmópolis’, de Don DeLillo ou ‘Austerlitz’ de W.G. Sebald.)”
António Mega Ferreira, Visão


Budapeste

de Chico Buarque